gal costa Profile

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Tristeza n?o tem fim Felicidade sim A felicidade ? como a gota De orvalho numa p?tala de flor Brilha tranq?ila Depois de leve oscila E cai como uma l?grima de amor A felicidade do pobre parece A grande ilus?o do carnaval A gente trabalha o ano inteiro Por um momento de sonho Pra fazer a fantasia De rei ou de pirata ou jardineira Pra tudo se acabar na quarta-feira Tristeza n?o tem fim Felicidad...
Pra libertar meu cora??o Eu quero muito mais Que o som da marcha lenta Eu quero um novo balanc? O bloco do prazer Que a multid?o comenta N?o quero oito nem oitenta Eu quero o bloco do prazer E quem n?o vai querer? Mam? mam?e eu quero sim Quero ser mandarim Cheirando gasolina Na fina flor do meu jardim Assim como o carmim Da boca das meninas Que a vida arrasa e contamina O g?s que embala o bala...
Meu bem voc? me d? ?gua na boca Vestindo fantasias, tirando a roupa Molhada de suor De tanto a gente se beijar De tanto imaginar loucuras A gente faz amor por telepatia No ch?o, no mar, na lua, na melodia Mania de voc? De tanto a gente se beijar De tanto imaginar loucuras Nada melhor do que n?o fazer nada S? pra deitar e rolar com voc?
Olha voc? tem todas as coisas Que um dia eu sonhei pr? mim A cabe?a cheia de problemas N?o me importo, eu gosto mesmo assim Tem os olhos cheios de esperan?a De uma cor que mais ningu?m possui Me traz meu passado e as lembran?as Do que eu sempre quis ser e n?o fui Olha voc? vive t?o distante Muito al?m do que eu posso ter E eu que sempre fui t?o inconstante Te juro, meu amor, agora ? pr? valer ...
Levava uma vida sossegada Gostava de sombra e ?gua fresca Meu Deus quanto tempo eu passei Sem saber Foi quando meu pai me disse filha Voc? ? a ovelha negra da fam?lia Agora ? hora de voc? assumir E sumir Baby, baby N?o adianta chamar, oh n?o Quando algu?m est? perdido Procurando se encontrar Baby, baby N?o vale a pena esperar, oh n?o Tire isso da cabe?a Ponha o resto no lugar Levava uma vida s...
Teco, teco, teco, teco, teco Na bola de gude era o meu viver Quando crian?a no meio da garotada Com a sacola do lado s? jogava p?r? valer N?o fazia roupa de boneca nem t?o pouco convivia Com as garotas do meu bairro que era natural Subia em postes, soltava papagaio At? meus quatorze anos era esse meu mal Com a mania de garota folgaz? Em toda parte que passava, encontrava um f? Quando havia fes...

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