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regina elis Profile

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Ontem de manha, quando acordei Olhei a vida e me espantei Eu tenho mais de vinte anos Eu tenho mais de mil perguntas sem respostas Estou ligada num futuro blues Os meus pais nas minhas costas As ra?zes na marquise Eu tenho mais de vinte muros O sangue jorra pelos furos Pelas veias de um jornal Eu nao te quero, eu te quero mal Essa calma que inventei, bem sei Custou as contas que contei Eu tenh...
Foi, quem sabe, esse disco, esse risco De sombra em teus c?lios Foi ou n?o meu poema no ch?o Ou talvez nossos filhos As sand?lias de saltos t?o altos, O rel?gio batendo, o sol posto O Rel?gio, as sand?lias, e eu batendo em seu rosto E a queda dos saltos t?o altos Sobre nossos filhos Como um raio de sangue no ch?o Do risco em teus c?lios Foram discos demais, desculpas demais J? v?o tarde essas ...
Amor, no tem que se acabar Eu quero e sei que vou ficar At o fim, eu vou te amar At que a vida em mim resolva se apagar Amor, amor como a rosa num jardim A gente cuida,a gente olha, A gente deixa o sol bater pra crescer, pra crescer A rosa do amor tem sempre que crescer A rosa do amor no vai despetalar Pra quem cuida bem da rosa Pra quem sabe cultivar Amor no tem que se acabar Ato fim da minha...
Amor, n?o tem que se acabar Eu quero e sei que vou ficar At? o fim, eu vou te amar At? que a vida em mim resolva se apagar Amor, amor ? como a rosa num jardim A gente cuida,a gente olha, A gente deixa o sol bater pra crescer, pra crescer A rosa do amor tem sempre que crescer A rosa do amor n?o vai despetalar Pra quem cuida bem da rosa Pra quem sabe cultivar Amor n?o tem que se acabar At?o fim ...
Oh, essas fontes murmurantes Onde eu mato a minha sede E onde a lua vem brincar Oh, esse Brasil lindo igueiro ? o meu Brasil brasileiro Terra de samba e pandeiro Brasil pra mim, Brasil pra mim Nega do cabelo duro, Qual ? o pente que te penteia? Qual ? o pente que te penteia? Qual ? o pente que te penteia? Teu cabelo est? na moda, o teu corpo bamboleia Minha nega, meu amor, Qual ? o pente que t...
As apar?ncias enganam aos que odeiam e aos que amam Porque o amor e o ?dio Se irmanam na fogueira das paix?es Os corac?es pegam fogo e depois N?o h? nada que os apague Se a combust?o os persegue As labaredas e as brasas s?o O alimento, o veneno, o p?o O vinho seco, a recordac?o Dos tempos idos de comunh?o Sonhos vividos de conviver As apar?ncias enganam aos que odeiam e aos que amam Porque o a...
As aparncias enganam aos que odeiam e aos que amam Porque o amor e o dio Se irmanam na fogueira das paixes Os coraces pegam fogo e depois No h nada que os apague Se a combusto os persegue As labaredas e as brasas so O alimento, o veneno, o po O vinho seco, a recordaco Dos tempos idos de comunho Sonhos vividos de conviver As aparncias enganam aos que odeiam e aos que amam Porque o amor e o dio ...
Se voc? pretende saber quem eu sou Eu posso lhe dizer Entre no meu carro e na estrada de Santos Voc? vai me conhecer Voc? vai pensar que eu nao gosto nem mesmo de mim E que na minha idade S? a velocidade anda junto a mim S? ando sozinho E no meu caminho O tempo ? cada vez menor Preciso de amjuda, por favor, me acuda Eu vivo muito s? Se acaso numa curva eu me lembro do meu mundo Eu piso mais fu...
Basta de clamares inoc6encia Eu sei todo o mal que a mim voc? fez Voc? desconhece consci?ncia S? deseja o mal de quem o bem te fez Basta, n?o ajoelhes, v? embora Se est?s arrependida, v? se chora Quando voc? partiu disseste Chora", n?o chorei Caprichosamente fui esquecendo que te amei Hoje me encontras t?o alegre e diferente Jesus n?o castiga o filho que est? inocente Basta, n?o ajoelhes, v? e...
Basta de clamares inoc6encia Eu sei todo o mal que a mim voc fez Voc desconhece conscincia S deseja o mal de quem o bem te fez Basta, no ajoelhes, v embora Se ests arrependida, v se chora Quando voc partiu disseste Chora", no chorei Caprichosamente fui esquecendo que te amei Hoje me encontras to alegre e diferente Jesus no castiga o filho que est inocente Basta, no ajoelhes, v embora Se ests a...
Voc penetrou como o sol da manh E em ns comecou uma festa pag Voc libertou em voc a infernal cortez E em mim despertou esse amor Atormentado e mau de sat Voc me deixou como o fim da manh E em mim comecou essa angstia, esse af Voc me plantou a paixo imortal e mals Que se enraizou e ser meu maldito final amanh E agora me aperta a aflico De chorar louco e s de manh a seta do arco da noite sangran...
Voc? penetrou como o sol da manh? E em n?s comecou uma festa pag? Voc? libertou em voc? a infernal cortez? E em mim despertou esse amor Atormentado e mau de sat? Voc? me deixou como o fim da manh? E em mim comecou essa ang?stia, esse af? Voc? me plantou a paix?o imortal e mals? Que se enraizou e ser? meu maldito final amanh? E agora me aperta a aflic?o De chorar louco e s? de manh? ?a seta do ...
O olhar dos c?es, a m?o nas r?deas E o verde da floresta Dentes brancos, c?es A trompa ao longe, o riso Os c?es, a m?o na testa O olhar procura, antecipa A dor no corac?o vermelho O rebenque estala, um leque aponta: foi por l? um olhar de c?o, as m?os s?o pernas E o verde da floresta Oh, manh? entre manh?s A trompa em cima, os c?es Nenhuma fresta O olhar se fecha, uma lembranca Afaga o corac?o...
Pra quem quer se soltar, invento o cais Invento mais que a solid?o me d? Invento lua nova a clarear Invento o amor E sei que a dor vai me lancar Eu queria ser feliz, invento o mar Invento em mim o sonhador Para quem quer me seguir, eu quero mais Tenho o caminho que sempre quis E um saveiro pronto pra partir Ivento o cais E sei a vez de me lancar
Amigo ? coisa pra se guardar Debaixo de sete chaves Dentro do corar??o Assim falava a can??o Que na Am?rica ouvi Mas quem cantava chorou Ao ver seu amigo partir Mas quem ficou, no pensamento voou Com seu canto que o outro lembrou E que voou, no pensamento ficou Com a lembran?a que o outro cantou Amigo ? coisa pra se guardar No lado esquerdo do peito Mesmo que o tempo e a dist?ncia Digam n?o Me...
Amigo coisa pra se guardar Debaixo de sete chaves Dentro do coraro Assim falava a cano Que na Amrica ouvi Mas quem cantava chorou Ao ver seu amigo partir Mas quem ficou, no pensamento voou Com seu canto que o outro lembrou E que voou, no pensamento ficou Com a lembrana que o outro cantou Amigo coisa pra se guardar No lado esquerdo do peito Mesmo que o tempo e a distncia Digam no Mesmo esquecen...
? nas noites que eu passo sem sono Entre o copo, a vitrola e a fuma?a Que ? com a torre do meu abandono E que caio em desgraca ? nas horas em que a noite faz frio E a lembranca, o castigo me arrasta Solid?o ? o carrasco sombrio E a saudade vergasta Se eu cantar, a alegria sai falsa Se eu calar, a tristeza comeca E eu prefiro dancar um valsa Que ouvir uma peca E eu recuo, eu prossigo, eu me agi...
Nos dias de hoje ? bom que se proteja Ofereca a face a quem quer que seja Nos dias de hoje, esteja tranquilo Haja o que houver pense nos seus filhos N?o ande nos bares, esqueca os amigos N?o pare nas pracas, n?o corra perigo N?o fale do medo que temos da vida N?o ponha o dedo na nossa ferida Nos dias de hoje, n?o nos d? motivo Porque na verdade eu te quero vivo Tenha paci?ncia, Deus est? conti...
Z? Rodrix - Tavito, 1972 Eu quero uma casa no campo Onde eu possa compor muitos rocks rurais E tenha somente a certeza Dos amigos do peito e nada mais Eu quero uma casa no campo Onde eu possa ficar no tamanho da paz E tenha somente a certeza Dos limites do corpo e nada mais Eu quero carneiros e cabras Pastando solenes no meu jardim Eu quero o sil?ncio das l?nguas cansadas Eu quero a esperan?a ...
nas noites que eu passo sem sono Entre o copo, a vitrola e a fumaa Que com a torre do meu abandono E que caio em desgraca nas horas em que a noite faz frio E a lembranca, o castigo me arrasta Solido o carrasco sombrio E a saudade vergasta Se eu cantar, a alegria sai falsa Se eu calar, a tristeza comeca E eu prefiro dancar um valsa Que ouvir uma peca E eu recuo, eu prossigo, eu me agito E eu me...
Roda, roda e avisa Sinto o an?ncio e vejo Em forma de desejo o sabonete Em forma de sorvete acordo e durmo na televisao. Creme dental, sa?de E vivo num sorriso, para?so Quase que jogado,impulsionado, no comercial. S? tomava ch? Quase que forcado vou tomar caf? Ligo o aparelho vejo o Rei Pel? Vamos entao repetir o gol E na lua sou Mais um astronauta-patrocinador Chego atrasado perco o meu amor ...
Amou daquela vez como se fosse a ?ltima Beijou sua mulher como se fosse a ?ltima E cada filho seu como se fosse o ?nico E atravessou a rua com seu passo t?mido Subiu a constru??o como se fosse m?quina Ergueu no patamar quatro paredes s?lidas Tijolo com tijolo num desenho m?gico Seus olhos embotados de cimento e l?grima Sentou pra descansar como se fosse s?bado Comeu feij?o com arroz como se fo...
Amou daquela vez como se fosse a ltima Beijou sua mulher como se fosse a ltima E cada filho seu como se fosse o nico E atravessou a rua com seu passo tmido Subiu a construo como se fosse mquina Ergueu no patamar quatro paredes slidas Tijolo com tijolo num desenho mgico Seus olhos embotados de cimento e lgrima Sentou pra descansar como se fosse sbado Comeu feijo com arroz como se fosse um prnci...
L? vinha o bonde no sobe e desce ladeira E o motorneiro parava a orquestra um minuto Para me contar casos da campanha da It?lia E do tiro que ele n?o levou Levei um susto imenso nas asas da Panair Descobri que as coisas mudam E que tudo ? pequeno nas asas da Panair E l? vai menino xingando padre e pedra E l? vai menino lambendo podre del?cia E l? vai menino senhor de todo o fruto Sem nenhum pe...
Existem mais mundos ou altos ou fundos Entre eu e voc? Existem mais corpos, ou vivos ou mortos Entre eu e voc? Procure saber, procure em voc? Procure em mim Procure em todos, na lama ,no lodo Na febre, no fogo Existem mais corpos, ou vivos ou mortos Entre eu e voc?
Caminhando pela noite de nossa cidade Acendendo a esperanca e apagando a escurid?o Vamos caminhando eplas ruas de nossa cidade Viver derramando a juventude pelos corac?es Tenha f? no nosso povo que ele resiste Tenha f? no nosso povo que ele insiste E acorda novo, forte, cheio de paix?o Vamos caminhando de m?os dadas com a alma nova Viver semeando a liberdade em cada corac?o Tenha f? me nosso p...
Por esse p?o pra comer,por esse ch?o pra dormir A certid?o pra nascer, e a concess?o pra sorrir Por me deixar respirar, por me deixar existir Deus lhe pague Pelo prazer de chorar e pelo "estamos a?" Pela piada no bar e o futebol pra aplaudir O crime pra comentar, eo samba pra distrair Deus lhe pague Por essa praia, essa saia, pelas mulheres daqui O amor mal feito depressa, fazer a barba e part...
De manh? cedo essa senhora se conforma Bota mesa, tira o p?, lava a roupa,seca os olhos Ah, como essa santa n?o se esquece De pedir pelas mulheres, pelos filhos, pelo p?o Depois sorri, meio sem graca e abraca Aquele homeme, aquele mundo Que a faz assim feliz De tardezinha essa menina se namora Se enfeita, se decora, sabe tudo, n?o faz mal Ah, como essa coisa ? t?o bonita Ser cantora, ser artis...
Os sonhos mais lindos sonhei De quimeras mil um castelo ergui E no teu olhar, tonto de emo??o Com sofreguid?o mil venturas previ O teu corpo ? luz, sedu??o Poema divino, cheio de esplendor Teu sorriso prende, inebria, entontece ?s fascina??o, amor
Os sonhos mais lindos sonhei De quimeras mil um castelo ergui E no teu olhar, tonto de emoo Com sofreguido mil venturas previ O teu corpo luz, seduo Poema divino, cheio de esplendor Teu sorriso prende, inebria, entontece s fascinao, amor
Deve ser bom, deve ser bom To fechado pra balanco Meu saldo deve ser bom Deve ser bom Vou sambar de roda um pouco Um xaxado bem guardado E mais algum trocado Se tiver gingado eu T?, eu t?, eu t? Eu t? de corpo fechado, eu t?, eu t? Deve ser bom, deve ser bom T? fechado pra balanco Meu saldo deve ser bom Um pouco da minha grana Vais ter saudade, baiana Ponho sempre por semana Cinco cartas no co...
Vem, vamos dancar ao sol Vem, que a banda vai passar Vem, ouvir o toque dos clarins Anunciando o carnaval E vao brilhando seus metais Por entre cores mil Verde mar, c?u de anil Nunca se viu tanta beleza Ai, meu Deus, que lindo ? o meu Brasil
? pau, ? pedra, ? o fim do caminho ? um resto de toco, ? um pouco sozinho ? um caco de vidro, ? a vida ? o sol ? a noite, ? a morte, ? um la?o, ? o anzol ? peroba do campo, ? o n? da madeira Caing? Candeia, ? o Matita Pereira ? madeira de vento, tombo da ribanceira ? o mist?rio profundo, ? o queira ou n?o queira ? o vento ventando, ? o fim da ladeira, ? a viga, ? o v?o, festa da cumeeira ? a c...
pau, pedra, o fim do caminho um resto de toco, um pouco sozinho um caco de vidro, a vida o sol a noite, a morte, um lao, o anzol peroba do campo, o n da madeira Caing Candeia, o Matita Pereira madeira de vento, tombo da ribanceira o mistrio profundo, o queira ou no queira o vento ventando, o fim da ladeira, a viga, o vo, festa da cumeeira a chuva chovendo, a conversa ribeira Das guas de maro, ...
Mas, pra qu? Pra que tanto cu Pra que tanto mar, pra qu? De que serve esta onda que quebra E o vento da tarde? De que serve a tarde, inltil paisagem? Pode ser que no venhas mais Que no venhas nunca mais De que servem as flores que nascem pelos caminhos Se o meu caminho, sozinho, nada
Mas, pra qu?? Pra que tanto c?u Pra que tanto mar, pra qu?? De que serve esta onda que quebra E o vento da tarde? De que serve a tarde, in?ltil paisagem? Pode ser que n?o venhas mais Que n?o venhas nunca mais De que servem as flores que nascem pelos caminhos Se o meu caminho, sozinho, ? nada
? como conto de fadas Tem sempre uma bruxa para apavorar O drag?o comendo gente A bela adormecida sem acordar Tudo o que o mestre mandar E a cabra cega rodsa sem enxergar E voc? se escondeu, e voc6e esqueceu Pique palcos tem dist?ncia P?s pisando em ovos, vejam voc?s Um tal de pula fogueira, pistolas,morteiras Vejam voc?s Pega malhac?o de Judas E quebra cabecas, vejam voc?s E voc? se escondeu,...
como conto de fadas Tem sempre uma bruxa para apavorar O drago comendo gente A bela adormecida sem acordar Tudo o que o mestre mandar E a cabra cega rodsa sem enxergar E voc se escondeu, e voc6e esqueceu Pique palcos tem distncia Ps pisando em ovos, vejam vocs Um tal de pula fogueira, pistolas,morteiras Vejam vocs Pega malhaco de Judas E quebra cabecas, vejam vocs E voc se escondeu, e voc no q...
Voc?s est?o vendo aquela mulher de cabelos brancos Vestindo farrapos, calcando tamancos Pedindo nas portas pedacos de p?o A conheci quando moca, era um anjo de formosa Seu nome ? Maria Rosa, seu sobrenoma Paix?o Os trapos de sua veste n?o ? s? necessidade Cada um para ela representa uma saudade Ou de um vestuido de baile, ou de um presente talvez Que algum dos seus apaixonados lhe fez Quis cer...
Prezado amigo Afonsinho Eu continuo aqui mesmo Aperfei?oando o imperfeito Dando tempo, dando um jeito Desprezando a perfei??o Que a perfei??o ? uma meta Defendida pelo goleiro Que joga na sele??o E eu n?o sou Pel?, nem nada Se muito for eu sou um Tost?o Fazer um gol nesta partida n?o ? f?cil, meu irm?o Entrou de bola, e tudo
Ah, como eu tenho me enganado Como tenho me matado Por ter demais confiado nas evid?ncias do amor. Como tenho andado certo, Como tenho andado errado Por seu carinho inseguro Por meu caminho deserto Como tenho me encontrado Como tenho descoberto A sombra leve da morte Passando sempre por perto E o sentimento mais breve Rola no ar e descreve A eterna cicatriz Mais uma vez, mais de uma vez Quase ...
Quem cala sobre o teu corpo Consente na tua morte Talhada a ferro e fogo Nas profundezas do corte Que a bala riscou no peito Quem cala morre contigo Mais morto que est?s agora Rel?gio no chao da praca Batendo, avisando a hora Que a raiva tracou No inc?ndio repetindo O brilho do teu cabelo Quem grita vive contigo
No sert?o da minha terra Fazenda ?o camarada que ao ch?o se deu Fez a obrigac?o com forca Parece at? que tudo aquilo ali ? seu S? poder sentar no muro E ver tudo verdinho, lindo a crescer Orgulhoso camarada, de viola em vez de enxada Filho de branco e de preto Correndo pela estrada atr?s de passarinho Pela plantac?o a dentro Crescendo os dois meninos sempre pequeninos Peixe bom d? no riacho De...
No dia em que eu apareci no mundo Junto uma porc?o de vagabundo da orgia De noite teve samba e batucada Que acabou de madrugada em grossa pancadaria Depois do meu batismo de fumaca Mamei um litro e meio de cachaca - bem puxados E fui adormecer como um despacho Deitadinha no capacho na porta dos enjeitados Cresci olhando a vida sem mal?cia Quando um cabo de pol?cia despertou meu corac?o E como ...
Caa a tarde feito um viaduto E um bbado trajando luto me lembrou Carlitos A lua, tal qual a dona de um bordel Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel E nuvens, l no mata-borro do cu Chupavam manchas torturadas - que sufoco Louco, um bbado com chapu coco Fazia irreverncias mil pra noite do Brasil meu Brasil Que sonha com a volta do irmo do henfil Com tanta gente que partiu num rabo de fo...
Ca?a a tarde feito um viaduto E um b?bado trajando luto me lembrou Carlitos A lua, tal qual a dona de um bordel Pedia a cada estrela fria um brilho de aluguel E nuvens, l? no mata-borr?o do c?u Chupavam manchas torturadas - que sufoco Louco, um b?bado com chap?u coco Fazia irrever?ncias mil pra noite do Brasil meu Brasil Que sonha com a volta do irm?o do henfil Com tanta gente que partiu num r...
Acreditar na exist?ncia dourada do sol Mesmo que em plena boca nos bata o acoite Cont?nuo da noite Arrebentar a corrente que envolve o amanh? Despertar as espadas, varrer as esfinges das encruzilhadas Todo esse tempo foi igual a dormir num navio Sem fazer movimento Mas tecendo o fio da ?gua e do vento Eu, baderneiro, me tornei cavaleiro Malandramente pelos caminhos Meu companheiro t? armado at...
O Compositor me disse Que eu cantasse distraidamente esss canc?o Que eu cantasse como se o vento Soprasse pela boca vindo do pulm?o E que eu ficasse ao lado pra escutar o vento Jogando as palavras pelo ar O compositor me disse Que eu cantasse ligada no vento Sem ligar pras coisas que ele quis dizer Que eu n?o pensasse em mim nem em voc? Que eu cantasse distraidamente Como bate o corac?o E que ...
Os b?ias-frias Quando tomam umas biritas Espantando a tristeza Sonham com bife a cavalo, batata-frita E a sobremesa ? goiabada casc?o,com muito queijo Depois caf?, cigarro e um beijo De uma mulata chamada Leonor ou Dagmar... Amar O r?dio de pilha, o fog?o Jacar? A marmita, o domingo, o bar Onde tantos iguais se re?nem contando mentiras Pra poder suportar Ai, s?o pais-de-santo, paus-de-arara,s?...
Voc6e me fez sofrer Ninguem me faz sofrer assim O que era tanta beleza Num p sem cabeca, voc transformou Mas voc onde est? No me viu, no ser? Que teu sono vai ter paz De meu rosto se acender, brilhar Se teu olho te trair, no vai durar Seunporto seguro, seu lugar comum Voc navegando pra lugar nenhum Quem sabe de tudo no sabe seu fim Mas eu no me quero fugindo daqui Tambm no te deixo zombando de...
Voc6e me fez sofrer Ninguem me faz sofrer assim O que era tanta beleza Num p? sem cabeca, voc? transformou Mas voc? onde est?? N?o me viu, n?o ser?? Que teu sono vai ter paz De meu rosto se acender, brilhar Se teu olho te trair, n?o vai durar Seunporto seguro, seu lugar comum Voc? navegando pra lugar nenhum Quem sabe de tudo n?o sabe seu fim Mas eu n?o me quero fugindo daqui Tamb?m n?o te deix...
Pois ? Fica o dito e redito por n?o dito E ? dif?cil dizer que inda ? bonito Cantar o que me restou de ti Da? Nosso mais-que-perfeito est? desfeito E o que me parecia t?o direito Caiu desse jeito sem perd?o Ent?o Disfar?ar minha dor j? n?o consigo Dizer: que n?s somos bons amigos ? muita mentira para mim E enfim Hoje na solidao ainda custa A entender como o amor foi t?o injusto Pra quem s? lhe...
Ponta de areia, ponto final Da Bahia-Minas, estrada antural Que ligava Minas ao porto, ao mar Caminho de ferro mandaram arrancar Velho maquinista com seu bon? Lembra o povo alegre que vinha cortejar Maria-fumaca n?o canta mais Pras mocas, flores, janelas e quintais Na praca vazia, um grito, um ai Casas equecidas, vi?vas nos portais
O MORRO NAO TEM VEZ O moro nao tem vez E o que ele fez j? foi demais Mas olhem bem voces, quando derem vez ao morro Toda a cidade vai cantar Escravo no mundo em que sou Escravo no reino em que estou Mas acorrentado ningu?m pode amar Mas acorrentado ningu?m pode amar FEIO NAO ? BONITO Feio, nao ? bonito O morro existe mas pede pra se acabar Canta, mas canta triste Porque tristeza ? s? o que tem...
Adeus, vou pra nao voltar E onde quer que eu v?, sei que vou sozinha Tao sozinha, amor, nem ? bom pensar Que eu nao volto mais pelo meu caminho Ah, pena eu nao saber Como te contar que o amor foi tanto E no entanto eu queria dizer: vem Eu s? sei dizer: vem Nem que seja s? pra dizer adeus.
O Brazil n?o conhece o Brasil O Brasil nunca foi ao Brazil Tapir, jabuti Iliana, alamanda, aliala?de Piau ururau akiata?de Pi?-carioca porecramecr? Jobim-akarore jobim-a?u U? - u? - u? - u? Pere? camar? toror? oler? Piriri ratat? karat? olar? O Brazil n?o merece o Brasil O Brazil t? matando o Brasil Jereba saci caandrades cunh?s ariranharanha Sert?es guimar?es bachianas ?guas Imariona?ma arira...
Quero ver o sol atr?s do muro Quero um ref?gio que seja seguro Uma nuvem branca, sem p? nem fumaca Quero um mundo feito sem porta, vidraca Quero uma estrada que leve ? verdade Quero a floresta em lugar da cidade Uma estrela pura de ar respir?vel Quero um lago limpo de ?gua pot?vel Quero voar de m?os dadas com voc? Ganhar o espaco em bolhas de sab?o Escorregar pelas cachoeiras Pintar o mundo de...
, s eu sei, quanto amor eu guardei Sem saber que era s pra voc , s tinha que ser com voc Havia de ser pra voc Seno era mais uma dor Seno no seria o amor Aquele que a gente no v O amor que chegou para dar O que ningum deu pra voc O amor que chegou para dar O que ningum deu pra voc , voc6e que feita de azul Me deixa morar neste azul Me deixa encontrar minha paz Voc que bonito demais Se ao menos ...
Se o senhor num t? lembrado D? licen?a de cont? Ali onde agora est? esse adif?cio arto Era uma casa v?ia, um palacete assobradado Foi ali, seu mo?o Que eu, mato Grosso e o Joca Constru?mo nossa maloca Mas um dia, n?s nem pode se alembr? Veio os home c'as ferramenta, o dono mand? derrub? Peguemo todas nossas coisa E fumo pro meio da rua Apreci? a demoli??o Que tristeza que n?is sentia Cada t?ub...
Ol?, como vai? Eu vou indo, e voc?, tudo bem? Tudo bem, eu vou indo, correndo Pegar meu lugar no futuro , e voc?? Tudo bem, eu vou indo, em busca De um sono tranquilo, quem sabe? Quanto tempo... pois ?, quanto tempo... Me perdoe a pressa ? a alma dos nosso neg?cios Qual, n?o tem de qu?, eu tamb?m s? ando a cem Quando ? que voc? telefona? Precisamos nos ver por a? Pra semana,prometo, talvez nos...
?, s? eu sei, quanto amor eu guardei Sem saber que era s? pra voc? ?, s? tinha que ser com voc? Havia de ser pra voc? Sen?o era mais uma dor Sen?o n?o seria o amor Aquele que a gente n?o v? O amor que chegou para dar O que ningu?m deu pra voc? O amor que chegou para dar O que ningu?m deu pra voc? ?, voc6e que ? feita de azul Me deixa morar neste azul Me deixa encontrar minha paz Voc? que ? bon...
De repente do rio fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das m?os espalmadas fez-se o espanto De repente da calma fez-se o vento Que dos olhos desfez a ?ltima chama E da paix?o fez-se o pressentimento E do momento im?vel fez-se o drama De repente, n?o mais que de repente Fez-se de trsite o que se fez amante E de sozinho o que se fez contente Fez-s...
De repente do rio fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das mos espalmadas fez-se o espanto De repente da calma fez-se o vento Que dos olhos desfez a ltima chama E da paixo fez-se o pressentimento E do momento imvel fez-se o drama De repente, no mais que de repente Fez-se de trsite o que se fez amante E de sozinho o que se fez contente Fez-se do ...
Quero ficar no teu corpo como tatuagem Que ? pra te dar coragem pra seguir viagem Quando a oite vem E tamb?m pra me perpetuar em tua escrava Que voc? pega, esfrega, nega, mas n?o lava Eu quero brincar no teu corpo feito bailarina Que logo te alucina, salta e te ilumina Quando a noite vem E nos m?sculos exaustos do teu braco Repousar frouxa,murcha, farta, morta de cansaco Eu quero pesar feito c...
These are the songs I want to sing These are the songs I want to play I will sing it every time And I sing it every day These are the songs I want to sing and play Esta ? a cancao que eu vou ouvir Esta ? a cancao que eu vou cantar Fala de voc?, meu bem Do nosso amor tamb?m Sei que voc? vai gostar
Quando voc? foi embora, fez-se noite em meu viver Forte eu sou mas n?o tem jeito Hoje eu tenho que chorar Minha casa n?o ? minha e nem ? meu este lugar Estou s? e n?o existo,muito tenho pra falar Solto a voz nas estradas, j? n?o quero parar Meu caminho ? de pedra comomposso sonhar Sonho feito de brisa, vento vem terminar Vou fechar o meu pranto Vou querer me matar Vou seguindo pela vida, me es...
MANGUEIRA Nao h?, nem pode haver Como Magueira nao h? O samba vem de l?, alegria tamb?m Morena faceira s? Mangueira tem FALA, MANGUEIRA Fala, Mangueira, fala Mostra a forca da tua tradicao Com licenca da Portela, Favela Mangueira mora no meu coracao EXALTACAO ? MANGUEIRA Mangueira teu cen?rio ? uma beleza Qua a natureza criou, ? ? O morro com seus barracoes de zinco Quando amanhece, que esplen...
Triste ? viver na solid?o Na dor cruel de uma paix?o Triste ? saber que ningu?m pode viver de ilus?o Que nunca vai ser, nunca vai dar O sonhador tem que acordar Tua beleza ? um avi?o, demais prum pobre corac?o Que p?ra pra te ver passar S? pra me maltratar Triste ? viver na solid?o
Do ventre ch?o da terra m?e nasce o her?i improvisado Querido filho pranteado da fortuna e do acaso Avante, um por todos e todos por um Ficam das lutas ao longe duas medalhas pregadas Em peito de bronze eas bandeirinhas e as rifas O foguet?rio e a fanfarra Meio vel?rio, meio farra O sentimento dos teus pares Her?is dos escolares e das lavadeiras Oh Deus das mocas solteiras que rezam ao teu ret...

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